INTRODUÇÃO
Nesta lição, vamos estudar sobre a vontade humana
- faculdade essencial que, deve ser guiada por Deus, para escolhas sábias e
vida frutífera. Ao explorar o conflito entre carne e Espírito, vamos entender como pensamentos e desejos moldam
ações.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar o conceito bíblico de vontade como
capacidade dada por Deus para escolher e agir;
Mostrar como os desejos podem escravizar o ser
humano, mas também como a redenção em Cristo capacita o crente a vencer a carne
e viver guiado pelo Espírito;
Ensinar a identificar o processo de tentação,
compreendendo como o desejo se desenvolve até o pecado.
Palavra-Chave: VONTADE
TEXTO ÁUREO
“Digo, porém: Andai
em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.” (Gl 5.16).
Em Grego Bíblico (Gálatas 5:16)
Λέγω δέ, Πνεύματι περιπατεῖτε καὶ ἐπιθυμίαν
σαρκὸς οὐ μὴ τελέσητε.
Transliteração
Légō de, Pneúmati peripatéite kai epithymían sarkòs ou mē
telésēte.
Πνεύματι (Pneúmati) – “em
Espírito”. Refere-se ao Espírito Santo, a estar Nele, viver em comunhão com Ele.
Περιπατεῖτε (Peripatéite) – “andai”
ou “caminhai”. Vem de περιπατέω
(peripatéō), que é “andar
ao redor”, “viver com”, “conduzir-se”. Literalmente, “andar ao
redor”, mas figuradamente significa “viver segundo”.
Ἐπιθυμίαν (Epithymían) – “concupiscência” ou “desejo”.
A Raiz é ἐπιθυμία
(epithymía), “desejo
intenso”, “anseio”.
Formado por: ἐπί (epí, “sobre”) + θυμός (thymós, “paixão”, “ímpeto”). Indica um desejo que se sobrepõe
à razão.
Σαρκός (Sarkòs) – “da carne”. Raiz: σάρξ (sárx), “carne”, “natureza humana”. Usada no Novo Testamento para contrastar a natureza humana caída com a vida no Espírito.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Gálatas 5.16-21; Tiago 1.14,15;
4.13-17.
Gálatas 5
16 — Digo, porém: Andai em Espírito e não
cumprireis a concupiscência da carne.
17 — Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o
Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o
que quereis.
18 — Mas, se sois guiados pelo Espírito, não
estais debaixo da lei.
19 — Porque as obras da carne são manifestas, as
quais são: prostituição, impureza, lascívia,
20 — idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias,
emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21 — invejas, homicídios, bebedices, glutonarias
e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos
disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
Tiago 1
14 — Mas cada um é tentado, quando atraído e
engodado pela sua própria concupiscência.
15 — Depois, havendo a concupiscência concebido,
dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Tiago 4
13 — Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã,
iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos.
14 — Digo-vos que não sabeis o que acontecerá
amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois
se desvanece.
15 — Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor
quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.
16 — Mas, agora, vos gloriais em vossas
presunções; toda glória tal como esta é maligna.
17 — Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não
faz comete pecado.
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I. VONTADE: MOTIVAÇÃO E AÇÃO
1. Conceito de vontade. Volição ou vontade é a
capacidade humana de desejar, querer, almejar, escolher e agir. Pode ser entendida também como motivação. Sem
desejo ou vontade não há motivação e ação. Nesse conceito amplo, há
manifestação da vontade mesmo quando o que fazemos não era originariamente
nossa vontade, mas de outrem, se a ela aderimos voluntariamente (Sl 143.10; Lc
22.42). A conversão é um
exemplo de mudança na vontade humana por meio do arrependimento (At 3.19).
Todo verdadeiro cristão é alguém que, impulsionado
pela graça de Deus, renunciou sua própria vontade para fazer a vontade de
Cristo (Mt 16.24). É o livre-arbítrio funcionando (Hb 2.3; 3.7-13; Ap
22.17).
NOTA:
A volição e a motivação estão intimamente relacionadas, mas não são
exatamente a mesma coisa.
Volição é a capacidade de tomar
decisões e agir com base nelas — é o ato de querer e escolher fazer algo. Envolve planejamento, persistência e
autorregulação para alcançar um objetivo, mesmo diante de obstáculos.
Já a Motivação é o impulso ou desejo que
nos leva a agir — o “porquê” por
trás de uma ação. Pode ser interna
(como curiosidade, prazer, realização pessoal) ou externa (como
recompensas, reconhecimento, punições).
Diferença essencial
- A motivação
é o motor inicial, é o “porquê”. A volição é a força que
mantém a ação.
Em resumo: Motivação é o desejo. Volição é a decisão
e o esforço para transformar esse desejo em ação.
Conceito e etimologia de Vontade
A palavra vontade
vem do latim voluntas, que significa “desejo, intenção, escolha”.
Na raiz grega, o termo é boule
(βουλή), que é “deliberação” ou “decisão racional”.
NA PSICOLOGIA, a vontade é a capacidade de tomar decisões
conscientes e de agir de
acordo com elas.
Envolve:
- Processos cognitivos: planejamento,
avaliação de consequências e definição de metas.
- Aspectos emocionais: o desejo, a
persistência e o autocontrole.
- Autodeterminação: a habilidade de agir por
conta própria, sem depender de pressões externas.
2. Do pensamento à ação. Um pensamento pode ser apenas um pensamento, sem relação
alguma com um sentimento ou um desejo.
Por exemplo: podemos pensar em uma viagem que
fizemos sem que isso nos traga qualquer emoção.
Mas também podemos recordar com saudade e desejar
viajar novamente. E esse desejo pode nos
motivar a comprar a passagem e repetir a experiência. Em um caso assim ocorre
um fenômeno completo: pensamento,
sentimento, desejo e ação.
Aconteceu com Eva no Éden. Em sua conversa com a serpente, ela
pensou sobre o significado do fruto da árvore da ciência do bem e do mal
até ser enganada (1Tm 2.14). Ao acreditar na falsa elevação que obteria (“sereis
como Deus”, Gn 3.5) certamente sentiu alguma emoção. O próximo passo
foi a manifestação do desejo, que gerou a ação: tomou do fruto e comeu (Gn
3.6).
NOTA:
Motivação: o combustível da vontade. A motivação de Eva foi: (“sereis como Deus”, Gn 3.5)
A motivação é o que move
o indivíduo a agir. Ela pode ser:
- Intrínseca: quando vem de dentro, (da própria
da pessoa).
- Extrínseca: quando depende de recompensas
externas. A de Eva foi Extrínseca, veio da Serpente.
A motivação é o elo entre a vontade e a ação: sem motivação, a vontade se torna inerte; sem vontade, a motivação se dissipa.
3. Fraqueza de vontade. Adão pecou sem ser enganado. Seu entendimento da proibição e consequências de comer o
fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal não foi alterado. O
problema de Adão se deu na esfera da vontade. Em vez de permanecer firme em seu propósito de obedecer a
Deus, decidiu pecar aderindo à vontade de Eva, que lhe deu o fruto (Gn
3.6; Rm 5.12). Quantas decisões erradas tomamos
plenamente conscientes de suas consequências! Da violação de uma
restrição alimentar a condutas mais graves, muitas vezes o desejo fala mais
alto que a razão. A busca
do prazer pelo prazer é uma característica da cultura hedonista. Vícios e compulsões arrastam multidões, mesmo que elas
conheçam seus efeitos destrutivos. Assim, só Jesus pode libertar o ser
humano de prisões espirituais (Jo 8.36; Rm 1.16).
NOTA:
A fraqueza de vontade na filosofia é o
fenômeno de agir contra
o próprio juízo racional — por exemplo, saber que algo é errado ou
prejudicial, mas fazê-lo mesmo assim.
Acontece por:
·
Falta de clareza nos objetivos.
·
Emoções intensas que dominam a razão.
·
Falta de motivação ou autoconhecimento.
O conceito de fraqueza de vontade no grego é
(Acrasia/ἀκρασία), a condição em que uma pessoa age contra o seu próprio
juízo racional — ou seja, sabe o que deveria fazer, mas faz o contrário.
Acrasia ἀκρασία
significa literalmente “falta
de comando” ou “ausência
de domínio sobre si mesmo”.
·
É
composta por “a” (prefixo de negação) + “kratos” (poder, domínio), significando falta de controle.
SINOPSE I
A vontade é a capacidade humana de desejar e agir, sendo influenciada por pensamentos, sentimentos e decisões espirituais.
II. DESEJOS: DA ESCRAVIDÃO À REDENÇÃO
1. A experiência do deserto. O povo de Israel tornou-se escravo dos seus desejos
durante a peregrinação pelo deserto: “deixaram-se
levar pela cobiça, e tentaram a Deus. E ele satisfez-lhes o desejo, mas
fez definhar a alma” (Sl 106.14,15). Apesar das grandes maravilhas operadas por Deus, os hebreus, tomados de
ingratidão, lembravam-se das comidas do Egito e se deixavam dominar por seus
desejos (Nm 11.5,6). Pensavam, sentiam e
desejavam o que lhes era servido na casa da escravidão, de onde
haviam sido libertos com mão forte (Êx 20.2; Dt 26.8). O culto aos desejos lhes trouxe a morte (Sl
78.29-33; Nm 11.33,34; 14.29). Como Paulo nos adverte, tudo isso foi
escrito para aviso nosso. Não nos deixemos levar por nossos próprios desejos
(1Co 10.1-13).
2. Os desejos na era cristã. O drama dos desejos continua na era cristã, com uma
diferença fundamental: Cristo venceu o pecado e nos deu poder para também
vencê-lo (Rm 6.3-6,11-14). Contudo, enquanto estivermos neste corpo mortal enfrentaremos um
conflito espiritual constante. Todo cristão precisa decidir diariamente
entre sua vontade carnal e a vontade do Espírito: “Porque
a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se
um ao outro; para que não façais o que quereis” (Gl 5.17). A carne (sarx, natureza
pecaminosa) tem seus próprios desejos, que são contrários ao Espírito.
Vê-se, então, em nosso interior, uma luta travada. Cabe-nos decidir entre
satisfazer os desejos da carne, que são pecaminosos, ou atender a voz do
Espírito e viver segundo sua direção (Gl 5.18).
3. A decisão do homem redimido. A obra da salvação realizada por Cristo nos liberta do
poder do pecado. Diante dos desejos da carne e da vontade do Espírito, o
homem redimido inclina-se “para as coisas do Espírito” (Rm 8.5). Isso é
resultado de sua nova natureza (Ef 4.24; 2Co 5.17). Significa
que não podemos nos conformar com
os desejos do velho homem, mas, pelo poder do Espírito, mortificar a nossa
carne, a velha natureza (Rm 8.11-13; Cl 3.5). Mesmo convertidos
nossos desejos pecaminosos não deixam de existir, mas em Cristo triunfamos
sobre eles; vivendo, andando e frutificando no Espírito (Gl 5.22-25; 1Jo 3.6).
SINOPSE II
Os desejos podem escravizar o ser humano, mas em Cristo há poder para vencê-los e viver segundo o Espírito.
AUXÍLIO DE TEOLÓGICO
Se quiser conhecer meu entendimento sobre esse assunto: “A IMAGEM DE DEUS NOS SERES HUMANOS, assista esse vídeo https://www.youtube.com/watch?v=5_v_1x6bdGo
III. O ENSINO SOBRE OS DESEJOS, EM TIAGO
1. Atração e engano. Tiago 1.14,15 trata
dos desejos carnais e suas consequências.
14Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado
pela sua própria concupiscência. 15Depois, havendo a concupiscência
concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
(Tiago 1.14,15)
Empregando o conhecido termo “concupiscência” (epithumia)
com o sentido de “maus desejos”, Tiago refere-se ao processo de
tentação e pecado: “Mas cada um é tentado,
quando atraído e engodado por sua própria concupiscência” (Tg 1.14).
A faculdade da
vontade é
retratada neste texto como um elemento de comunicação interna que tem a
capacidade de atrair e enganar. Assim, o mau desejo é capaz de afetar a
própria razão, levando-a a acreditar que o pecado não produz consequências
ruins, mas boas. Nesse processo, a mente é entorpecida depois do desejo ter
sido aguçado.
NOTA:
Ἐπιθυμίαν (Epithymían) – “concupiscência”
ou “desejo”. A Raiz é ἐπιθυμία (epithymía), “desejo intenso”,
“anseio”.
Formado por: ἐπί (epí, “sobre”) + θυμός (thymós, “paixão”, “ímpeto”). Indica um desejo que se
sobrepõe à razão.
OS COMPONENTES
BÁSICOS DA VONTADE NOS SERES HUMANOS
O Novo Testamento menciona ‘mente’, pensamento, Vontade,
Intenção, decisão.
No grego são: (nous, dianoia, thelema, boulema, boulêsis).
1. Vοῦς (nous) é o Intelecto, a mente, a faculdade de
compreender, discernir e pensar. νοῦς (nous) é a
“mente espiritual” em contraste com a “mente
carnal”.
Aparece em:
- Romanos 12:2 – “...mas sede transformados pela
renovação do vosso entendimento nous (νοῦς),
para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
- 1 Coríntios 2:16 – “...nós temos a mente (nous) de Cristo.”
2. διάνοια (dianoia) é
o pensamento, o entendimento. O pensamento profundo, a reflexão, a
capacidade de raciocinar e compreender.
Aparece em:
- Mateus 22:37 – “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda
a tua alma e de toda a tua dianoia (διάνοια) entendimento.”
- Efésios 4:18 – “...entenebrecidos no entendimento (dianoia), separados da vida de Deus...”
Termos para “Vontade”
3.
θέλημα (thelēma) é a vontade, o desejo. É a vontade como expressão
de desejo ou propósito, especialmente usada para a vontade de Deus.
Aparece em:
- Mateus 6:10 – “Seja feita a tua vontade thelēma (θέλημα), assim na terra como no
céu.”
- Efésios 1:5 – “...segundo o beneplácito da sua vontade thelēma (θέλημα).”
4.
βούλημα (boulēma) é a Intenção, plano. É a vontade como plano
deliberado, mais racional e estratégico.
Aparece em:
- Romanos 9:19 – “...pois quem resistirá ao seu plano boulēma (βούλημα)?”
5.
βούλησις (boulēsis) É o Ato de querer, decisão. É a vontade como ato
de querer, decisão interna que precede a ação.
Aparece em:
- Hebreus 6:17 – “...querendo Deus mostrar mais
abundantemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu boulēsis
(βουλήσις).”
A distinção entre essas palavras é sutil mas
significativa: nous
é mais contemplativo, dianoia
mais racional; thelēma
é mais emocional, boulēma
mais deliberativo, boulēsis
mais volitivo.
2. Abortando o processo. Na lição 7 estudamos sobre a importância de interromper maus pensamentos
para evitar o pecado. Hoje pelo texto de Tiago observamos que é preciso,
também, abortar os maus
desejos. Aliás, desejos são ainda mais perigosos, pois podem
influenciar diretamente nossas decisões. Quando encontra seu objeto, o desejo se torna intenso. Se
não for rejeitado, não descansa até derrubar as barreiras da consciência:
“Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado,
sendo consumado, gera a morte” (Tg 1.15). Que o Senhor nos livre de toda
a tentação (Mt 6.13). Mas, vamos fazer a nossa
parte: viver em constante vigilância e oração (Mt 26.41).
SINOPSE III
Tiago
revela como os maus desejos geram o pecado, alertando sobre a necessidade de
vigilância e domínio espiritual.
VERDADE PRÁTICA
Guiada por Deus, a vontade é uma bênção, vital para a
existência humana.
APLICAÇÃO
“Tenho escolhido agradar a Deus ou satisfazer a mim
mesmo?”. Nossa vontade deve ser moldada pela Palavra e guiada pelo
Espírito Santo.
CONCLUSÃO
Apesar de nossa tendência pecaminosa, não podemos encarar os desejos apenas de forma negativa. A vontade é uma faculdade essencial para a nossa existência. Quando guiada por Deus é uma bênção, responsável por nos mover para grandes realizações. O ânimo e o entusiasmo fazem parte de uma vontade sadia e ativa. São dados por Deus e servem para nos impulsionar para as tarefas cotidianas, independentemente da fase da vida (Sl 92.12-14; Jl 2.28; Tg 4.15).
Links
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Qual o conceito de
vontade?
Volição ou vontade é a capacidade
humana de desejar, querer, almejar, escolher e agir. Pode ser entendida também
como motivação.
2. Como se dá um
fenômeno completo, envolvendo vontade e ação?
Em um caso assim ocorre um fenômeno
completo: pensamento, sentimento, desejo e ação.
3. Como se dá o
conflito entre vontade e razão?
Da violação de uma restrição
alimentar a condutas mais graves, muitas vezes o desejo fala mais alto que a
razão. A busca do prazer pelo prazer é uma característica da cultura hedonista.
4. Como deve agir o
homem redimido diante dos desejos da carne?
Diante dos desejos da carne e da
vontade do Espírito, o homem redimido inclina-se “para as coisas do Espírito”
(Rm 8.5).
5. Como os desejos
atuam para nos enganar?
Assim sendo, o mau desejo é capaz
de afetar a própria razão, levando-a a acreditar que o pecado não produz
consequências ruins, mas boas.